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1890-1892 - João Batista de Sá Oliveira
O primeiro Intendente da Vila de São Jorge dos Ilhéus foi o Dr. João Batista Sá Oliveira, que assumiu o cargo em 1890 para um mandato até 1892, juntamente com os Conselheiros Adriano Lopes Vilas
Bôas, Hermínio de Figueiredo Rocha, Henrique Berbert Júnior, Antonio Gonçalves de Paiva, Pedro Augusto de Cerqueira Lima e José Aguiar. Foi professor da Faculdade de Medicina da Bahia e autor de diversos trabalhos científicos.
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1892-1896 - Joaquim Ferreira de Paiva
Tenente-coronel do exército Imperial, Joaquim Ferreira de Paiva, Herói da Guerra do Paraguai, exercia o cargo de presidente do Conselho Municipal quando assumiu a Intendência e foi indicado pessoal do Marechal Deodoro da Fonseca.
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1896 - Manoel Hohlenwerger Homem D'El Rey
No ano de 1893, foram eleitos os novos membros do Conselho Municipal da
Vila, tendo sido reeleito presidente o tenente-coronel Joaquim Ferreira
de Paiva que, assim, permaneceu à frente da intendência até 1896, ano
em que o Cel. Manoel Hollenwerger Homem D'El-Rey assumiu o cargo,
interinamente, por um pequeno período.
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1896-1904 - Ernesto de Sá Bittencourt Câmara
Governou com muita arbitrariedade e truculência. Conseguiu a
manutenção do poder em virtude do prestígio junto ao Governador
Severino Vieira, que conseguiu a anulação da eleição de 25 de agosto
de 1900, a qual elegeu o Coronel Antônio Pessôa da Costa e Silva.
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1904-1907 - Domingos Adami de Sá
Em 1904 os candidatos Coronel Antonio Pessoa da Costa e Silva e o Coronel Domingos Adami de Sá se consideraram vencedores, cabendo novamente ao Senado Estadual decidir a questão, declarando como vencedor o Coronel Domingos
Adami, por imposição do Governador Severino Vieira. Durante o governo do Coronel Adami foi inaugurada a nova sede da Intendência, o Palácio Paranaguá, construído sobre as ruínas do Colégio dos Jesuítas, um dos primeiros do Brasil Colônia.
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1908-1911 - João Cavalcanti Mangabeira
Em 1907, concorrendo com o Coronel Pessoa, João Mangabeira saiu vitorioso nas eleições. Tomou posse do cargo em 1º de janeiro de 1908. Desde que se radicou na cidade, foi correligionário do Coronel Adami de Sá. Foi Deputado Estadual e Federal, Senador, Ministro das Minas e Energia e da Justiça. De 1910 a 1912 o governo foi exercido pelo médico Arthur
Lavigne. Nesse período João Mangabeira assumiu uma cadeira de Deputado Federal, no Rio de Janeiro.
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1912-1915 - Antônio Pessôa da Costa e Silva
Eleito em 12 de novembro de 1911, Arthur Lavigne tomou posse em janeiro de 1912, mas não conseguiu governar, pois, por ordem do Conselheiro Estadual Bráulio Xavier, que exercia interinamente o cargo de Governador do Estado da Bahia, em 9 de março do mesmo ano, foi empossado na intendência o Coronel Antonio Pessoa da Costa e Silva. Em 1915, já no final do seu mandato de intendente, o Coronel Pessoa elegeu-se Senador Estadual.
O Coronel Pessôa executou diversas obras importantes, dentre elas: o Cemitério da Vitória, a reforma do Matadouro Municipal, a construção de escolas na sede e nos distritos, como o Grupo Escolar General Osório, inaugurado em 31 de dezembro de 1915. Por contrato, patrocinou a edição do livro ‘Memória Histórica do Município de Ilhéus’, de Francisco Borges de Barros.
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1916-1919 - Manoel Misael da Silva Tavares
Em 1916, o Coronel Manoel Misael da Silva Tavares, presidente do Conselho Municipal, assumiu o cargo de intendente, com mandato de 1916 a 1919. Um dos maiores empreendedores de Ilhéus, proprietário de fazendas de cacau, todas localizadas em áreas nobres e perto da estrada de
ferro. Construiu diversos imóveis e comandou a construção da sede da Associação Comercial de Ilhéus.
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1920 (jan - set) - Domingos Fernandes da Silva
Fazendeiro de muito prestígio, foi responsável pela reconstrução da Igreja de Nossa Senhora da Vitória, após o incêndio ocorrido no final do Século XIX. Sua residência, uma das melhores de Ilhéus, era
localizada onde hoje está o antigo Edifício
Wildberger, atual Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).
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1920-1923 - Eustáquio de Souza Bastos
Em 1919, numa campanha política muito acirrada e violenta, foi eleito o Coronel Eustáquio de Souza Bastos. Em 22 de setembro, os dois candidatos, o eleito e o da oposição, Arthur
Lavigne, tomaram posse no cargo; o Coronel Eustáquio Bastos na sede do governo municipal e o oposicionista em sua residência. O Coronel Eustáquio foi reconhecido oficialmente.
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1924-1927 -
Mário Pessoa da Costa e Silva
Nas eleições realizadas em novembro de 1923, foi eleito o médico Mário Pessoa da Costa e Silva. Foi empossado no cargo em janeiro de 1924, exercendo a função até 1927. Foi um dos grandes prefeitos do município na área de educação, além de obras de engenharia, abertura de estradas, incentivo ao esporte e melhoria nos serviços de energia, água e esgoto. Foi responsável pela introdução do serviço de coleta de lixo através de caminhões.
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1928-1930 -
Durval Olivieri
Eleito em 1927 e empossado em janeiro de 1928, o engenheiro Durval
Olivieri, genro do Coronel Antônio Pessôa, entregou seu cargo em outubro de 1930, com a vitória da Revolução que depôs o presidente Washington Luís, sob o comando de Getúlio Vargas.
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1930-1937 -
Eusínio Gaston Lavigne
No dia 25 de outubro de 1930, Eusínio Gaston Lavigne, presidente da Aliança Liberal em Ilhéus, foi empossado no cargo de Prefeito. Seu governo, considerado por muitos como o melhor de todos os tempos, foi marcado pela expansão urbana da cidade, com a ligação da Avenida Canavieiras com a Avenida Itabuna. Em 1933, elaborou o primeiro Plano Diretor da Cidade, organizado pelos engenheiros Manoel Da Rin e Arquimedes Silveira Gonçalves. Incentivou a educação com a construção do Ginásio Municipal, que hoje leva o seu nome. Corajoso, com visão de futuro e grande espírito humanista, foi forte
a sua luta com o Bispado para que a construção da Catedral de São de Sebastião fosse em terrenos no Loteamento Cidade Nova.
Eleito pelo voto popular em 1934, exerceu o mandato até 10 novembro de 1937. Sob acusação de ser comunista, permaneceu preso em Salvador por quatro meses. No seu retorno, a cidade o recebeu com uma grande manifestação cívica.
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1937-1938 -
Raymundo do Amaral Pacheco
Nomeado pelas autoridades do Estado Novo, Dr. Raymundo do Amaral Pacheco teve mandato extinto em maio de 1938, após solicitar uma licença para viajar ao Estado de São Paulo, a fim de participar do casamento de um sobrinho. Ao chegar à capital paulista, recebeu um telegrama informando que havia sido destituído do cargo. Recebeu solidariedade por parte dos amigos, correligionários e da comunidade no seu retorno a Ilhéus.
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1938-1942 -
Mário Pessoa da Costa e Silva
Em 1938, sob o regime discricionário do Estado Novo, Mário Pessoa foi nomeado Prefeito pelo Interventor Federal Landulfo Alves de Almeida, exercendo o cargo até 1942. Nesse período foi construído o Estádio Municipal, que leva o nome do seu idealizador e construtor, e também o Cristo Redentor, na enseada do Pontal.
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1943-1945 -
Eunápio Peltier de Queiroz
Em 1943, o engenheiro Eunápio Peltier de Queiroz assumiu o cargo de Prefeito, nomeado pelo Interventor Federal, General Pinto Aleixo, exercendo-o por dois anos apenas.
Em 1944 assumiu o cargo o juiz de direito da Comarca, Eduardo Eurico de Siqueira, igualmente nomeado pelo Interventor Federal na Bahia, exercendo o mandato até 1945.
Ainda em 1945, a Prefeitura foi entregue ao advogado Tácito de Sá Bittencourt Câmara, nas mesmas condições anteriores, ou seja, nomeado pelo Interventor Federal.
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1946-1947 -
Álvaro de Melo Vieira
Álvaro de Melo Vieira exerceu curto mandato, mas saneou as finanças da
Prefeitura pagando aos credores e acumulando recursos para investimento. Em um curto período após a renúncia de Álvaro Vieira, exerceu o cargo Arthur Leite da Silveira, que
renunciou para, em seguida, ser substituído pelo advogado Almir Brandão Pinto.
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1947-1948 -
Almir Brandão Pinto
Com rápida passagem no governo de Ilhéus, sua nomeação aconteceu em 29 de agosto de 1947, através de ato do Govenador Otávio Mangabeira. A solenidade de posse aconteceu no Salão Nobre do Palácio Paranaguá, presidida pelo Juiz de Direito Plínio Mariani Guerreiro.
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1949-1951 -
Arthur Leite da Silveira
Realizou diversos melhoramentos na cidade, desapropriou áreas para expansão urbana, pavimentou as artérias Visconde de Mauá, Sete de Setembro, Ana Nery e Praça
Cairu. Executou melhoramentos nos distritos e foi responsável por assumir os serviços de abastecimento de água e energia elétrica.
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1952-1955 -
Pedro Vilas Boas Catalão
Eleito através de uma composição da UDN e do PTB, realizou algumas obras importantes, como a abertura de estradas para os distritos e a construção do viaduto ligando os bairros Conquista e Teresópolis.
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1956-1959 -
Herval Soledade
Político populista, foi responsável pela implantação de diversos bairros nos morros, construiu muitas escolas, realizou calçamento de ruas e fez grandes eventos populares, principalmente os carnavais. Após o mandato, foi eleito Deputado Estadual.
Construiu postos de saúde, realizou melhorias nos serviços de água e saneamento e incentivou o esporte.
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1960-1963 -
Henrique Weyll Cardoso e Silva
Em 1959, foi eleito Henrique Weyll Cardoso e Silva. Realizou melhorias no aspecto urbano da cidade, pavimentou diversas ruas e construiu o mercado municipal. Licenciou-se por 45 dias para concorrer ao cargo de deputado estadual. Durante o seu afastamento, o cargo foi ocupado pelo banqueiro Ananias da Silveira
Dórea, por indicação da Câmara Municipal, tendo este último assumido em 8 de agosto de 1962 e completado a sua interinidade em 7 de outubro do mesmo ano. Durante seu governo foi fundada a Faculdade de Direito de Ilhéus. Foi eleito Deputado Federal em 1976.
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1963-1967 -
Herval Soledade
Eleito pela segunda vez, realizou vários empreendimentos, principalmente na área de educação e cultura. Construiu o Ginásio de Esportes que leva o seu nome. Durante sua gestão, ocorreu o golpe militar de 1964. Tentou novamente eleger-se em 1976
e, não logrando êxito, afastou-se da vida pública, passando a cuidar dos seus empreendimentos comerciais e agrícolas.
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1968-1969 -
Nerival de Rosa Barros
Eleito pela coligação UDN/PTB, o jovem médico confiou o controle das finanças a antigos
funcionários. Consequentemente, endividou o município e atrasou o pagamento do funcionalismo. Na intervenção federal em 1969, o Dr. Nerival Rosa Barros foi preso e encaminhado a Salvador. Abandonou a vida pública e dedicou-se exclusivamente à sua carreira profissional.
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1969 -
Afro de Barros Leal
Em 3 de fevereiro de 1969, assumiu o governo municipal o Presidente da Câmara de Vereadores, Professor Afro de Barros Leal. Após inquérito da Polícia Federal, foi afastado do cargo no mês de abril do mesmo ano. Mesmo no curto espaço de tempo que assumiu, realizou algumas obras, como, por exemplo, a pavimentação da Rua Tobias Barreto e a liberação das áreas da Sapetinga e Jardim
Savóia para a construção de casas populares.
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1969-1970 -
João Alfredo Amorim de Almeida
Em 7 de abril de 1969, o novo Presidente da Câmara de Vereadores, João Alfredo, assumiu o governo municipal. Construiu prédios escolares, pavimentou diversas ruas e realizou melhorias nos distritos. Instalou a Biblioteca Pública Epaminondas Berbert de Castro, que funcionou no prédio da Secretaria de Educação; construiu o restaurante “Os Velhos Marinheiros” e durante seu governo foi inaugurado o Hospital Regional Luís Vianna Filho. Foi Presidente do Instituto de Cacau da Bahia e Deputado Estadual.
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1971-1972 -
Edmon Darwich
Na primeira disputa eleitoral entre a ARENA e o MDB, foram candidatos a prefeito Edmon Darwich e Gilberto Fialho Costa, respectivamente. Darwich venceu a eleição para a realização de um mandato tampão de dois anos.
Mesmo no curto período do governo, conseguiu realizar diversas obras, a exemplo do muro de contenção da Avenida Lomanto Júnior; pavimentação do prolongamento da mesma; pavimentação da Avenida Princesa Isabel; construção de diversas escolas; ampliação das arquibancadas do Estádio Mário Pessoa; retirada dos antigos trilhos das estrada de ferro e recomposição do calçamento.
No seu governo foi inaugurada a primeira etapa do Porto de Ilhéus, com a presença do Ministro Mário Andreazza e do Governador Antônio Carlos Magalhães.
Foi um governo marcado pela austeridade e seriedade.
Edmon Darwich voltou à vida pública no período de 1997 a 2004 como Secretário Municipal de Finanças nos mandatos do Prefeito Jabes Ribeiro.
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1973-1976 -
Ariston Cardoso de Oliveira
Eleito em 15 de novembro de 1972, assumiu o governo em 1973. No seu governo foram inauguradas, pelo Governo do Estado, a Rodovia Ilhéus-Uruçuca e a sede do Fórum Epaminondas Berbert de Castro.
Construiu o calçadão da Rua Dom Pedro II e Marquês de Paranaguá. Ampliou o parque da Avenida Soares Lopes. Calçou diversas ruas.
Exerceu o cargo de Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, foi Venerável da Loja Maçônica Regeneração Sulbahiano e também Presidente da Academia de Letras de Ilhéus. Faleceu em 25/01/2005.
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1977-1982 -
Antônio Olímpio Rhem da Silva
Eleito pelo MDB, em 15 de novembro de 1976, para um mandato de quatro anos, foi favorecido pela alteração na legislação eleitoral que estendeu o mandato por mais dois anos. Denominado ‘Governo da Renovação’, realizou inúmeras obras. Autorizou a derrubada do antigo Mercado Municipal, no Unhão, e através do Projeto Cura urbanizou as Avenidas Severino Vieira, Conselheiro Badaró e Lindolfo Collor, no Malhado, como também construiu a nova Central de Abastecimento, que leva o nome de seu pai, Antônio Olímpio da Silva.
No ano de 1981, o município comemorou o Centenário de Elevação à Cidade com festividades durante o ano, lançamento de livros sobre a história de Ilhéus e relançamento de obras de autores como Francisco Borges de Barros e João da Silva Campos. O projeto literário foi coordenado por Fernando Sales.
Renunciou o mandato em 14 de maio de 1982 para concorrer a uma vaga na Assembléia Legislativa. Foi Deputado Estadual de 1983 a 1986.
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1982-1983 -
Jasiel Martins de Almeida
Com o afastamento de Antônio Olímpio para concorrer à Assembléia Legislativa, Jasiel Martins de Almeida, popularmente conhecido como
‘Bá’, assumiu a Prefeitura no dia 15 de maio de 1982, cumprindo o mandato até o dia 31 de janeiro de 1983, finalizando as obras iniciadas por Antônio Olímpio.
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1983-1988 -
Jabes Sousa Ribeiro
Em 15 de novembro de 1982, Jabes Ribeiro foi eleito prefeito de Ilhéus, com apenas 30 anos de idade. Assumiu a Prefeitura no dia 1º de fevereiro de 1983.
Com novo estilo de governo, implantou a Assessoria de Planejamento, mais tarde transformada em Secretaria, órgão fundamental para assessoramento do governo, notadamente voltado para as camadas mais pobres, principalmente com o ‘Projeto Viva o Morro’, que priorizava as ações para as áreas sub-normais, executando obras de pavimentação, contenção de encostas, drenagem, rampas e escadarias.
Construiu diversas unidades escolares, sobretudo nos distritos, implantando, inclusive, o
ensino médio.
Executou obras na área de saúde e infraestrutura urbana. Construiu o prédio do Anexo das Secretarias e a Central de Abastecimento da Zona Sul.
Com recursos do município, restaurou completamente o Teatro Municipal de Ilhéus, com inauguração no dia 10 de julho de 1986, transformando-o numa das melhores casas de espetáculos teatrais do Nordeste.
Construiu a passarela do São Miguel, antiga aspiração dos moradores. Iniciou a reforma da Avenida Soares Lopes, com projeto paisagístico de Roberto Burle Marx. Urbanizou a área da Avenida Dois de Julho, transformando-a num ponto de concentração de restaurantes e bares.
Foi o criador da Ilhéustur, órgão responsável pela divulgação e estruturação do turismo em nossa cidade.
Criou também a Fundação Cultural de Ilhéus, cujo primeiro presidente foi Nestor Amazonas, e conseguiu junto ao Governo do Estado que fosse procedida a doação da Casa Jorge Amado para o município.
Em 1990 elegeu-se Deputado Federal.
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1989-1992 -
João Lyrio
Foi Secretário de Finanças do governo de Jabes Ribeiro, deixando o cargo para disputar uma vaga na Assembléia Legislativa. Eleito Deputado Estadual em 1986, concorreu em 15 de novembro de 1988 ao pleito municipal pelo
MDB, elegendo-se Prefeito de Ilhéus. Assumiu a Prefeitura em 1º de janeiro de 1989.
Ampliou a zona urbana da cidade, evitando assim uma drástica redução no índice do Fundo de Participação dos Município
(FPM). Criou o Parque Ecológico da Mata da Esperança. Inventariou os imóveis integrantes do Centro Histórico de Ilhéus, abrangendo as artérias centrais da cidade, onde estes se localizam.
Procedeu uma reforma completa no Palácio Paranaguá, sem alterar suas principais características.
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1993-1996 -
Antônio Olímpio Rhem da Silva
Eleito novamente prefeito, assumiu o governo a 1º de janeiro de 1993. Não conseguiu realizar um governo como o anterior.
Através de uma parceria com o Governo do Estado, conseguiu terminar as obras de urbanização da Avenida Soares Lopes.
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1997-2000 -
Jabes Sousa Ribeiro
Eleito prefeito com uma ampla coligação da maioria dos partidos da oposição, assumiu seu segundo mandato em 1º de janeiro de 1997, tendo como Vice-Prefeito José Henrique Abobreira.
Encontrou a Prefeitura completamente sem estrutura, iniciou o governo arrumando as finanças, através de um rigoroso plano de ajuste fiscal. Apesar das dificuldades, ainda conseguiu realizar alguns empreendimentos, formalizando parceria com os governos Federal e Estadual, sem as quais não teria sido possível realizar as ações planejadas.
Criou, em 1997, a Fundação Universidade Livre do Mar e da Mata -
MARAMATA, com o objetivo de encarar os problemas ambientais da atualidade.
Durante o seu governo, foi inaugurado o Centro de Convenções Luis Eduardo Magalhães, melhorando a estrutura para o turismo de eventos da cidade.
Iniciou a municipalização do sistema de saúde, realizando pactuações de atendimento com municípios vizinhos. Construiu a Policlínica Halil
Medauar, que atende a diversas especialidades médicas.
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2001-2004 -
Jabes Sousa Ribeiro
Eleito pela terceira vez Prefeito de Ilhéus, continuou a realização do Projeto Viva o Morro. Implantou, em parceria com o Ministério da Habitação, o Projeto Aquarelas do Morro, para realização de melhorias habitacionais nas áreas sub-normais, inicialmente no bairro Teotônio Vilela.
Regularizou o sistema de transporte coletivo, implantando o sistema de bilhetagem eletrônica, veículos com ar condicionado, atendimento personalizado para portadores de necessidades especiais e microônibus para atendimento aos morros.
Implantou o projeto Prefeitura Cidadã, levando a administração até as comunidades, para resolver os problemas no local.
Realizou o projeto de revitalização do centro antigo - Quarteirão Jorge Amado - em parceria com o Governo do Estado da Bahia. Recuperou as instalações do Grupo Escolar General Osório, transformando o prédio na sede da Biblioteca Pública Adonias Filho e do Arquivo Público Municipal João Mangabeira.
Pela primeira vez na história do município, foi eleita uma mulher para o cargo de Vice-Prefeito. Tomou posse junto com Jabes a professora Ângela Corrêa de Sousa.
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2005- - Valderico Luis dos Reis
Eleito prefeito pelo PMDB em 3 de outubro de 2004, para um mandato com período de 1º de janeiro de 2005 a 31 de dezembro de 2008, o empresário Valderico Reis teve inicialmente os seus votos anulados, com sua candidatura
sub-júdice. Foi declarado Prefeito o Dr. Ruy Carvalho, do PT. Após o julgamento das ações impetradas contra o candidato do PMDB, o mesmo foi declarado vencedor. Tomou posse no Centro de Convenções Luis Eduardo Magalhães. O Vice-Prefeito eleito foi Newton Lima Silva.
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